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Nanda Freitas
Sorocaba




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[Sábado, Janeiro 03, 2009]



My oh my

As vezes voce fecha seus olhos tentando ver algo mais alto
-voce pode tudo
just watch me
E as vezes fechar os olhos só pra ver q a culpa é sua
por aquele pequeno momento dos desencontros q me tentam
de tudo q eu possa tapar a boca e os ouvidos
Que eu possa correr. Que não me custe aos braços desaprender aquele abraço.
Eh como se vagasse por mim..Um velho ritmo e qualquer coisa.
Me puxa a linha e a sonolencia .
Conturba o dia e tira o quase pouco ar da noite.
Que me lembre de tudo que escrevo que sou incapaz de dizer.E da minha pequenez.
Quero o que quero já. E não quero parar.
Engraçado é não conseguir dizer isso sem ser ironica junto com algum risinho desconsertado.
Goodbye my oh my.

Enviado por Nanda * 2:11 PM

Comments: [Segunda-feira, Julho 14, 2008]


é isso que você ganha

Não, senhor
Eu não quero ser a culpada, nunca mais
É a sua vez, então sente-se
Nós vamos acertar as coisas
Por que nós gostamos tanto de nos machucar?
Eu não consigo decidir
Você tornou mais difícil para prosseguir
Por quê?
Todas as possibilidades...
Bem, eu estava errada
É isso que você ganha quando deixa seu coração ganhar
Eu afoguei toda a minha razão com o som das batidas do meu coração
É isso que você ganha quando deixa seu coração ganhar
Eu me pergunto...como eu deveria me sentir quando você não está aqui?
Pois eu queimei todas as pontes que havia construído quando você estava aqui
Eu continuo tentando me prender a coisas bobas,eu nunca aprendo
Por quê?
Todas as possibilidades...
Eu tenho certeza que você já ouviu
A dor guia seu caminho até mim...
E eu sempre serei muito convidativa
Se algum dia eu começar a pensar direito,
Esse coração vão começar um tumulto em mim...
Por que nós gostamos tanto de nos machucar?
É isso que você ganha quando deixa seu coração ganhar
Agora, eu não posso confiar em mim mesma,nada além disso

Enviado por Nanda * 6:09 PM

Comments: [Quinta-feira, Março 27, 2008]



.Cor.
Cor, e cheiro, amor, above,when i feel down
Tudo que mente em mim, que diz que não e pede que sim
que quero que me ame
que quando penso em vc, que sonhe assim.
Em rosa, roxo e pouco azul
Que faça correr, rir e trançar.
Que ajoelhe e jure, que pertence a mim, em corpo, alma, e fluidos.
E seja utópico. Que nunca separe isso com laicismo.
Que me arremesse no que é vida num susto, e me faça enxergar tudo o que eu mais escondo em mim.
E imponha o que me é ilícito, trêmulo e tão distante.
Grita, explica e ensina.
Me ensina a ser eu.

Enviado por Nanda * 7:39 AM

Comments: [Quarta-feira, Fevereiro 27, 2008]


[...]

Tom lívido.
Qualquer luar menos lendário
para deixar-me toda no ar.
Os olhos afogados num fluído
Um amor bem incerto. Ilegítimo.
Palavras cruas, gestos brutais
Tal separação perturba-me a alma.
Sinto-me essencialmente perecível
Alheia a qualquer pudor clássico.
Raciocínio sutil, conseqüência tortuosa.
A sorte funesta esmaga-me.



Enviado por Nanda * 11:00 AM

Comments: [Domingo, Fevereiro 24, 2008]


Sentimentalismos reles

Ahh... Mesmo que tivesse algo mais em que quisesse pensar não me ocuparia de esquecê-lo. Nada faria perder-me em pensamentozinhos gris para ignorar-te.
Porque você é o único que me faz ter vontade de dizer frases incompletas, ter pensamentos incontínuos com uma única aspiração, de que não acabe. De que aquele vento doce que me dilata a alma não torne-se outro fado triste e se vá.
E por mais que procurasse explicações em qualquer outra existência mais poética não encontraria outro como ti. Ninguém que mesmo que rindo tivesse a mesma doçura amolecida. Que me fizesse desenhar-te junto de rosinhas brancas e outros rabiscos sem importância. Pelo simples fato de não existir outro como você. Nem antes, nem agora, nem nunca.
E esperaria por você o tempo que levassem todas as gotas do oceano a lançarem-se uma a uma à chama de uma única vela. Porque meus olhos nunca irão se cansar de acompanhar-te e entrelaçar pensamentos bons. Porque você foi meu erro e meu aperfeiçoamento, aquela coisinha boa que me fazia sorrir quando acordava e abraçava o travesseiro querendo preencher aquele vazio físico de quando não te via. De quando caía naquela vaga sentimentalidade...entristecia-me sem motivo apenas por não te ter ali, naquele momento. De saudade do único anjo que conseguia me arrancar risinhos beatos com som de me abraça, e qualquer outros sentimentalismos reles. Únicos. Àquele o qual eu atenderia por apelidos bobos e infantis; que conseguiria me arremessar ao que é vida, e arrastar-me para qualquer realidade mais própria a episódios pueris.
Para sempre me balança. Me carrega em seus braços.Beija-me com sua doce ternura incomparável. Para que sejamos nós o arremate mais próprio do que é céu. Amo-te.


Enviado por Nanda * 8:27 PM

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